O que fazer na Madeira
Das caminhadas pelas levadas, junto a canais de irrigação seculares, à observação de baleias ao largo do Funchal e às caves de vinho da zona velha, a Madeira recompensa cada tipo de viajante com experiências à sua medida.
Experiências de assinatura
As categorias que definem uma primeira viagem à Madeira — caminhadas pelas levadas, os picos das montanhas altas, e a observação de baleias e golfinhos.
Caminhadas pelas levadas
Caminhar pelos caminhos de vigia junto aos canais de irrigação seculares da Madeira, da acessível Levada dos Balcões aos túneis da Levada do Caldeirão Verde. Os trilhos oficiais assinalados como PR exigem, desde agosto de 2021, uma autorização paga, reservada online antes de partir.
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Picos das montanhas
A caminhada de cume entre o Pico do Arieiro e o Pico Ruivo (PR1), com os seus túneis e degraus de pedra, e a rota mais curta até ao Pico Ruivo a partir da Achada do Teixeira. O nascer do sol sobre o mar de nuvens no Pico do Arieiro é o passeio mais conhecido da ilha.
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Passeios de jipe
Excursões em 4x4 pelo interior — o planalto do Paúl da Serra, os til brumosos do Fanal, e as estradas das levadas à volta do Rabaçal — chegando a locais onde um carro alugado dificilmente passa. Os percursos de meio dia e de dia inteiro costumam combinar dois ou três miradouros.
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Passeios de barco
Passeios de catamarã e de lancha ao longo da costa sul, incluindo excursões de um dia rumo às ilhas Desertas, reserva natural rigorosa e refúgio da foca-monge do Mediterrâneo. Os passeios ao pôr do sol a partir da marina do Funchal são um complemento popular.
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Observação de baleias & golfinhos
Passeios de barco ao largo do Funchal, da Calheta e do Caniçal, por onde passam cerca de vinte espécies de cetáceos, dos golfinhos-pintados-do-Atlântico aos cachalotes. Os avistamentos ocorrem todo o ano, com o mar mais calmo no verão.
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Praias & piscinas naturais
As piscinas naturais de origem vulcânica do Porto Moniz, a praia de areia negra do Seixal, e a faixa de nove quilómetros de areia dourada do Porto Santo — a única praia de areia verdadeira do arquipélago. As praias de Machico e da Calheta usam areia importada, não natural.
3 guidesMais formas de viver a ilha
Interesses especializados e planeamento prático — vinho e poncha, a melhor altura do ano, e as comparações que todo o visitante de primeira viagem procura.
Canyoning
Canyoning pelas ribeiras íngremes do norte e da zona do Rabaçal, com rapel, saltos e escorregas naturais sob a orientação de guias qualificados. A Madeira é uma das capitais europeias do canyoning, e a dificuldade varia muito entre percursos.
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Mergulho & snorkelling
Mergulho na reserva marinha do Garajau, protegida desde 1986 e conhecida pelos seus tranquilos garoupas-castanhas, e ao longo da costa em Canico de Baixo. A água oscila entre os 18°C e os 24°C consoante a época do ano.
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Desportos aquáticos
Coasteering, caiaque e stand-up paddle ao longo da costa sul vulcânica, além da baía calma e da longa praia do Porto Santo, ideais para iniciantes. Há zonas de surf tanto na costa norte como na costa sul, expostas a ondulações diferentes.
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Desportos aéreos
Parapente sobre o Arco da Calheta e outros pontos de descolagem virados a sul, aproveitando as térmicas constantes da ilha sobre o Atlântico. Os voos dependem muito do vento, pelo que os horários mudam com frequência e pouca antecedência.
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BTT & ciclismo
Ciclismo e BTT pelos trilhos do planalto do Paúl da Serra e pelas estradas costeiras, com as e-bikes cada vez mais usadas para vencer os declives acentuados da ilha. Os caminhos das levadas são para caminhar, não para pedalar, pelo que a escolha do percurso importa.
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Vinho & poncha
Provas de vinho da Madeira na Blandy's Wine Lodge, no Funchal, e poncha — aguardente de cana-de-açúcar, mel e limão mexidos com um caralhinho — nos bares de Câmara de Lobos. O Sercial, o Verdelho, o Boal e a Malvasia vão do seco ao doce.
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Comida & bebida
Espetada em pau de louro, bolo do caco com manteiga de alho, e lapas ou peixe-espada preto com banana nos restaurantes da Zona Velha do Funchal. O Mercado dos Lavradores é o sítio para ver o peixe e os produtos frescos lado a lado.
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Visitar o Funchal
A zona velha do Funchal, as portas pintadas da Rua de Santa Maria, e o Mercado dos Lavradores dos anos 1940, ao lado do Reid's Palace e do museu CR7. Um teleférico liga a Zona Velha ao Monte em cerca de quinze minutos.
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Teleféricos & miradouros
O teleférico entre o Funchal e o Monte, o skywalk do Cabo Girão sobre uma falésia de cerca de 580 metros, e o pequeno teleférico de serviço até às Achadas da Cruz. Cada um oferece um tipo de vista diferente, da cidade e da baía à queda a pique sobre o Atlântico.
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Jardins & quintas
O Jardim Botânico da Madeira e a Quinta do Palheiro Ferreiro, dois jardins distintos frequentemente confundidos, além do Monte Palace Tropical Garden, acima do Funchal. A vegetação subtropical prospera aqui graças ao solo vulcânico e à chuva constante.
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Laurissilva & natureza
A Laurissilva, floresta laurifólia relíquia, Património Mundial da UNESCO, que cobre perto de um quinto da ilha, sobretudo nas encostas mais húmidas viradas a norte. As Queimadas e os vales do Rabaçal são os locais mais fáceis para nela entrar a pé.
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Porto Santo
A ilha irmã da Madeira, cerca de 43 quilómetros a nordeste, a que se chega de ferry ou num voo de quinze minutos, com a sua longa praia dourada e a Casa Colombo, onde viveu Cristóvão Colombo. A travessia de ferry é frequentemente cancelada por causa da ondulação de inverno.
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História & património
A descoberta portuguesa da Madeira em 1419, a Casa Colombo no Porto Santo, e as casas de colmo de Santana, que recordam a habitação rural dos primeiros tempos da ilha. O nome Funchal vem do funcho, o feto selvagem que outrora cobria a baía.
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Família
Passeios de teleférico até ao Monte, os carros de cesto dos carreiros do Monte, e as piscinas naturais do Porto Moniz ou a praia dourada do Porto Santo para os mais pequenos. O percurso dos carros de cesto do Monte termina a meio caminho, no Livramento, e não no Funchal propriamente dito.
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Fotografia
O nascer do sol sobre o mar de nuvens no Pico do Arieiro, os til retorcidos pelo vento e cobertos de musgo do Fanal na neblina, e as portas pintadas da Rua de Santa Maria. O skywalk de vidro do Cabo Girão e as vinhas em socalcos perto de Câmara de Lobos são também cenários garantidos.
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Passeios de um dia
Circuitos a partir do Funchal até ao Porto Moniz e à costa norte, até ao Curral das Freiras e às montanhas centrais, ou até ao Porto Santo de ferry ou de avião. A maioria dos pontos altos da ilha pode encadear-se num único dia com um carro alugado.
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Chegar & deslocar-se
Alugar um carro para as montanhas e para o norte, usar a via rápida VR1 ao longo da costa sul, e lidar com estradas íngremes e estreitas e com o estacionamento limitado no Funchal. As redes de autocarros — Horários do Funchal, SAM, Rodoeste e EACL — cobrem as principais localidades, mas raramente chegam aos pontos de partida dos trilhos.
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Estação a estação
O fogo de artifício da passagem de ano sobre a baía do Funchal marca a semana mais concorrida e mais cara da ilha, seguida do Carnaval, da Festa da Flor na primavera e do Festival do Atlântico em junho. O sul mantém-se soalheiro e seco, enquanto o norte e os picos podem apresentar chuva ou frio em qualquer altura do ano.
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Planeamento da viagem
Orçamentar cerca de 150-200 € por dia e por pessoa com carro alugado, reservar com antecedência as autorizações pagas para os trilhos oficiais das levadas, e verificar os fechos de trilhos do IFCN após chuva forte. A Madeira fica mais em conta do que as Canárias e Portugal continental na alimentação, mas o aluguer de carro sai mais caro na época alta.
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Comparações
Caminhadas pelas levadas versus os trilhos das montanhas altas, a zona velha do Funchal versus o Monte, e a Madeira versus o Porto Santo — os clássicos dilemas de planeamento que os visitantes de primeira viagem procuram.
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Tours e atividades organizados por local — o melhor de cada cidade e região.
O que é bom saber sobre o que fazer na Madeira
O hub de atividades da Madeira organiza-se em dezoito categorias, porque o dia certo aqui depende muito do que o trouxe até cá. pt, precisa de notas de planeamento próprias em vez de uma única linha entre dezenas de atividades. Passeios de barco e observação de baleias cobre as saídas ao longo do ano a partir do Funchal, Calheta e Caniçal, à procura das cerca de vinte espécies de cetáceos que passam por estas águas, desde golfinhos-pintados-do-Atlântico a cachalotes. Miradouros e skywalks reúne a plataforma de vidro do Cabo Girão, a Eira do Serrado acima do Curral das Freiras, e o promontório exposto da Ponta de São Lourenço.
Carro de cesto e teleférico do Monte distingue-se do turismo comum: os trenós de vime empurrados por carreiros de branco desde 1850 são uma verdadeira especialidade local, não uma forma de voltar ao Funchal — o percurso termina no Livramento, e um táxi ou autocarro completa a viagem. Jardins e botânica cobre o Jardim Botânico, a Quinta do Palheiro Ferreiro e o Monte Palace Tropical Garden, três propriedades distintas frequentemente confundidas entre si. Museus e cultura cobre o museu CR7, o Museu da Baleia no Caniçal e a Casa Colombo no Porto Santo.
Provas de comida e vinho sobrepõe-se na prática com compras e mercados — o Mercado dos Lavradores, a Blandy's Wine Lodge, os bares de Câmara de Lobos onde a poncha é mexida com um caralhinho. Desportos de aventura cobre a verdadeira reivindicação da Madeira como capital europeia do canyoning, graças às ribeiras íngremes do norte e do Rabaçal, além de parapente e coasteering. Praias e piscinas naturais cobre as piscinas de lava do Porto Moniz, a areia negra do Seixal e os nove quilómetros de areia dourada do Porto Santo, a única verdadeira praia de areia do arquipélago.
Mergulho e snorkeling aponta para a reserva marinha do Garajau e o Caniço de Baixo, onde os garoupas já não se afastam dos mergulhadores. Família reúne o que realmente funciona com crianças, e vida noturna e compras e mercados completam as opções noturnas do Funchal. A categoria de passeios de um dia existe porque o Porto Santo e as Desertas ficam bem fora do alcance fácil e merecem planeamento próprio, enquanto as categorias de transporte, planeamento, sazonal e comparação respondem às perguntas que os viajantes realmente fazem — carro ou autocarro, que levada convém a um principiante, e como o tempo difere entre o norte húmido e o sul seco no mesmo dia.
Perguntas frequentes sobre o que fazer na Madeira
Quais são as principais categorias de atividades na Madeira?
Este hub agrupa as atividades em dezoito categorias: caminhadas nas levadas, passeios de barco e observação de baleias, miradouros e skywalks, o carro de cesto e o teleférico do Monte, jardins e botânica, museus e cultura, provas de comida e vinho, desportos de aventura, praias e piscinas naturais, mergulho e snorkeling, família, vida noturna, compras e mercados, passeios de um dia, transporte, planeamento, sazonal e comparação. A maioria dos visitantes concentra-se sobretudo em quatro ou cinco delas.
Porque é que as caminhadas nas levadas têm uma categoria própria e detalhada?
Porque os trilhos oficiais com numeração PR exigem uma reserva paga desde 1 de agosto de 2021, e porque um caminho de levada é estreito, muitas vezes sem proteção sobre uma queda e por vezes atravessa túneis sem iluminação — nada disso é óbvio apenas por uma descrição, por isso precisa de notas de planeamento próprias em vez de uma única linha entre dezenas de outras atividades.
O carro de cesto do Monte é uma forma de voltar ao Funchal?
Não — é um passeio curto e espetacular do Monte até ao Livramento, de cerca de dois quilómetros, não uma forma de transporte. A descida termina ali, e é preciso um táxi ou autocarro para terminar a viagem até ao centro da cidade.
Que categoria cobre a observação de baleias e golfinhos?
Passeios de barco e observação de baleias, realizados ao longo do ano a partir do Funchal, Calheta e Caniçal, à procura das cerca de vinte espécies de cetáceos que passam pelas águas da Madeira, desde golfinhos-pintados-do-Atlântico a cachalotes.
O que conta como uma boa experiência de canyoning na Madeira?
Uma descida guiada por uma das ribeiras íngremes do norte ou do Rabaçal é a especialidade local — o terreno é o que torna a Madeira uma verdadeira capital europeia do canyoning, e um guia qualificado é obrigatório independentemente do nível de experiência.
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